Violão Cirúrgico
Sem teorias desnecessárias e através de uma metodologia própria, por quem respira o instrumento há mais de 15 anos.
Aulas individuais + acompanhamento, exclusivo para médicos.
Quase todos que querem tocar violão passam por isso.
E médico, mais ainda.
“Como seria bom tocar umas músicas depois do trabalho, do plantão…”
Você deseja, mas se dá de cara com o violão cheio de poeira.
Não toca, deixa ele de lado e, por causa desses obstáculos:
Por mais que você tente encaixar, não dá, ou o pouco que consegue parece que não te faz melhorar.
Você não sabe o que buscar e só encontra conteúdos dispersos, e isso te atrasa (e estressa).
Com tantas barreiras, é difícil você não desanimar, e é o que acontece, é hora de dar um tempo pro violão.
E nisso, a poeira só aumenta.
Aos poucos, o violão só vira uma decoração.
Sendo que poderia te proporcionar muitas alegrias.
Além de um fiel companheiro, pra toda vida.
Mas respira, isso ainda pode se concretizar (e com facilidade).
Sorte sua que existe o Violão Cirúrgico.
Evolua rindo, assim como uma criança se divertindo.
Aprendizado rápido e baseado em execução, em tocar músicas o quanto antes.
Materiais complementares, só em momentos específicos.
Boa parte do tocar, da evolução, pode ser natural, e não só robótico.
Assim a música flui fácil (e com leveza), indo muito além de pilhas e pilhas de teoria.
Pouquíssimos falam e vivem isso.
O seu tempo escasso, curto, não merece enrolação.
Por isso, o “cirúrgico” vem no nome do produto.
Enxergue e foca, no que realmente te faz tocar melhor.
As vagas são limitadas mas ainda há espaço, bora bater um papo.
Que maravilha você por aqui, me chamo Arthur Oliveira.
Antes de quaisquer títulos, um ser humano como você.
Mas falando deles: músico há +15 anos, copywriter/estrategista há +6 anos, engenheiro civil, ex atleta…
verdade, vontade, criatividade.
A música, o violão, quase sempre esteve ao meu lado.
Vivi isso intensamente e depois fui pra outras áreas, mas não teve jeito…
Ela trouxe tanta coisa boa pra minha vida, que decidi voltar.
E não só pra mergulhar ainda mais, como proporcionar a outras pessoas o poder de tocar.
O bem‑estar que essa conexão com a música traz.